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Polícia Militar prende terceiro envolvido em sequestro, tortura e assassinato de jovem em Catanduva (SP)
Luana Cristina Boldrim, de 29 anos, foi encontrada morta dentro do porta-malas do próprio carro; trio é apontado como responsável pelo crime
por Gazeta do Interior
A Polícia Militar prendeu em flagrante, nesta terça-feira (16/06), o terceiro indivíduo suspeito de participação no sequestro, cárcere privado e assassinato de Luana Cristina Boldrim, de 29 anos, em Catanduva (SP). A prisão ocorreu após o avanço das investigações, que reuniram imagens, informações e outros elementos que apontaram o envolvimento direto dos autores no crime.
Conforme a Gazeta do Interior mostrou, Luana foi sequestrada na noite desta segunda-feira (15/06/2026), quando saía do trabalho. Segundo a Polícia Militar, ela foi abordada por três indivíduos e levada em seu próprio veículo, um Volkswagen Fox com placas de Catanduva, até um canavial.
Durante a ação criminosa, os suspeitos realizaram transferências bancárias que ultrapassaram R$ 20 mil para a conta de um homem. A vítima teve as mãos e os pés amarrados com fita adesiva e um saco plástico colocado sobre a cabeça, preso com fita na região do pescoço.
De acordo com as investigações, Luana possuía dívidas com um dos envolvidos. Um dos presos confessou participação no crime e afirmou ter aceitado integrar a ação em troca de R$ 300, além de indicar a participação dos demais comparsas.
Com base nas informações obtidas durante as diligências, policiais militares conseguiram localizar e prender inicialmente dois suspeitos. O terceiro envolvido foi identificado e acabou preso nesta terça-feira.
Durante as buscas, a vítima foi encontrada dentro do porta-malas do próprio veículo, próximo ao aterro sanitário de Catanduva, com as mãos e os pés amarrados e o saco plástico sobre a cabeça. Equipes de resgate foram acionadas, mas os profissionais de saúde constataram a morte ainda no local.
A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial e os três suspeitos permaneceram à disposição da Justiça. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que apura a motivação e a participação de cada um dos envolvidos no crime.










