- São José do Rio Preto
Os números que fazem a saúde acontecer: os bastidores do maior complexo hospitalar do interior paulista
Hospital de Base e Hospital da Criança mantêm uma estrutura que funciona 24 horas por dia, com milhões de medicamentos, refeições e centenas de profissionais nos bastidores
por Gazeta do Interior
Quem chega ao Hospital de Base (HB) ou ao Hospital da Criança e Maternidade (HCM), em São José do Rio Preto (SP), vê médicos, enfermeiros e equipes de saúde em ação. O que poucos imaginam é a estrutura que trabalha sem parar para garantir que cada atendimento aconteça com segurança e eficiência.
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No Dia do Hospital, celebrado em 2 de julho, a Funfarme destacou os bastidores do maior complexo hospitalar do interior paulista. Mais de 780 profissionais atuam nas áreas de Farmácia, Nutrição e Engenharia, mantendo uma operação que funciona 24 horas por dia e movimenta números impressionantes.
Somente as 19 farmácias do complexo distribuem mais de 112 mil medicamentos e materiais hospitalares por dia, totalizando cerca de 39 milhões de itens por ano. A estrutura garante o funcionamento ininterrupto de cirurgias, atendimentos de urgência, quimioterapia, hemodiálise e diversos outros procedimentos.
Na Nutrição, o trabalho também chama a atenção. São cerca de 255 mil refeições produzidas por mês, o equivalente a aproximadamente 8.500 por dia, preparadas conforme a necessidade de cada paciente. Para isso, a cozinha consome mensalmente cerca de 40 toneladas de hortifrutis, 30 toneladas de carnes, mais de 12 toneladas de grãos e quase 19 mil litros de leite. A padaria própria ainda produz cerca de 270 mil itens por mês para pacientes, acompanhantes e colaboradores. Ao todo, são aproximadamente 3 milhões de refeições por ano.
Outro setor essencial é a Engenharia, formada por 160 profissionais responsáveis pela manutenção de toda a estrutura hospitalar. Além dos serviços diários, a equipe desenvolve projetos para reduzir o consumo de água e energia. Entre as iniciativas estão um sistema de reaproveitamento de água, com expectativa de economia de 15%, e a substituição de 234 aparelhos de ar-condicionado por um moderno sistema de climatização, que deve gerar uma economia de aproximadamente R$ 800 mil por ano.
Segundo a Funfarme, embora o paciente veja apenas o atendimento final, é o trabalho integrado dessas equipes que permite que milhares de consultas, internações, cirurgias e tratamentos sejam realizados todos os dias nos hospitais que são referência para centenas de municípios do interior paulista.










