- São José do Rio Preto
Mulher procura a polícia após pagar quase R$ 17 mil por sofá que nunca foi entregue em Rio Preto (SP)
Vítima afirma que empresa adiou a entrega várias vezes, fechou a loja e deixou de responder aos contatos
por Gazeta do Interior
Uma mulher registrou um boletim de ocorrência após suspeitar de ter sido vítima de um golpe ao comprar um sofá em uma loja de móveis de São José do Rio Preto (SP). O caso foi comunicado à Polícia Civil nesta última segunda-feira (30/06/2026) e registrado como estelionato.
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Segundo o boletim de ocorrência, a compra foi realizada no dia 14/04/2026, pelo valor de R$ 16.499,96. A vítima informou que pagou R$ 8 mil via PIX e o restante no cartão de crédito. O prazo para entrega do sofá era de 30 dias.
Ainda de acordo com o registro policial, dias após a compra a empresa entrou em contato informando que o tecido escolhido não estava mais disponível e pediu para que a cliente retornasse à loja para escolher outro revestimento, o que foi feito.
Depois disso, a mulher afirma que passou a enfrentar dificuldades para obter informações sobre a entrega. Segundo ela, recebeu justificativas de que a empresa passava por uma reformulação e teve a previsão de entrega alterada para os dias 24/06/2026 e 26/06/2026, mas o móvel não foi entregue em nenhuma das datas.
A vítima relatou ainda que foi até o endereço da loja e encontrou o estabelecimento fechado. Desde então, as ligações passaram a ser recusadas e as mensagens deixaram de ser respondidas.
Antes de procurar a Polícia Civil, a mulher disse que pesquisou reclamações na internet e encontrou relatos de outros consumidores que afirmam ter comprado móveis da mesma empresa, sem receber os produtos ou o reembolso dos valores pagos. Segundo o boletim de ocorrência, alguns clientes relataram que chegaram a receber fotos e vídeos informando que os móveis já estavam a caminho, mas a entrega nunca foi realizada.
Diante da situação, a mulher manifestou interesse em representar criminalmente contra os responsáveis. O caso será investigado pela Polícia Civil.
A reportagem não conseguiu contato com a loja para comentar o assunto.










