- Bady Bassitt
Mulher é investigada após anunciar venda de macaco-prego pela internet em Bady Bassitt (SP)
Fiscalização também apreendeu cobras exóticas mantidas de forma irregular
por Gazeta do Interior
Uma mulher foi multada pela Polícia Ambiental na última terça-feira (07/07/2026), após ser flagrada mantendo um macaco-prego em cativeiro com documentação falsa, em Bady Bassitt (SP). A ação ocorreu após denúncia de que ela estaria anunciando a venda de primatas pelas redes sociais.
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Segundo a corporação, equipes foram até a casa da investigada e encontraram o animal. Questionada sobre a origem do macaco, a comerciante apresentou uma nota fiscal e um documento supostamente emitido pelo Ibama, além de afirmar que o primata possuía microchip de identificação.
No entanto, após análise, os policiais constataram que a documentação era falsa e que o animal não possuía qualquer microchip.
A mulher foi multada em R$ 500 por manter espécime da fauna silvestre em cativeiro sem autorização do órgão ambiental competente. Em razão do elevado grau de domesticação, o macaco permanecerá provisoriamente sob sua guarda até ser encaminhado para uma instituição habilitada, onde passará por processo de reabilitação e, se possível, futura reintrodução à natureza.
Durante a fiscalização, os policiais também encontraram duas serpentes exóticas da espécie corn snake, conhecidas como cobra-do-milho, mantidas sem a documentação exigida pela legislação ambiental.
O filho da mulher, maior de idade, assumiu ser o proprietário dos animais. Ele foi multado por introduzir espécimes da fauna exótica no território paulista sem parecer técnico oficial favorável.
As serpentes foram apreendidas e encaminhadas ao Zoológico Municipal de São José do Rio Preto (SP).
Medicamentos também foram encontrados
A denúncia ainda apontava a suposta comercialização de anabolizantes e medicamentos para emagrecimento. Durante a vistoria, os policiais localizaram pequena quantidade dos produtos.
A comerciante informou que o anabolizante era para uso pessoal. Já o marido dela contou ser o proprietário do medicamento para emagrecimento, afirmando também que o utilizava para consumo próprio.
Os envolvidos foram encaminhados à delegacia, onde a ocorrência foi apresentada e serão adotadas as medidas legais cabíveis.











