- Cidades
- São José do Rio Preto
Mulher é impedida de entrar em apartamento alugado após discussão por causa de lixo em Rio Preto (SP)
Locatária afirma que teve acesso ao imóvel bloqueado pela proprietária e ficou sem conseguir retirar documentos, pertences pessoais e produtos de higiene; caso foi registrado como constrangimento ilegal
por Gazeta do Interior
Uma auxiliar de cozinha de 37 anos procurou a Polícia Civil após ser impedida de retornar ao apartamento onde mora de aluguel, em São José do Rio Preto. O caso aconteceu na última quinta-feira (18/06/2026), em um condomínio na Rua Conselheiro Saraíva, e foi registrado como constrangimento ilegal.
Assine já a Gazeta e fique por dentro do melhor conteúdo exclusivo e sem anúncios!
Segundo boletim de ocorrência, a mulher aluga um dos quartos do imóvel há cerca de 21 dias e relatou que a proprietária do apartamento a proibiu de voltar ao local após uma discussão relacionada ao descarte de lixo no condomínio.
De acordo com a vítima, os desentendimentos começaram logo nos primeiros dias de convivência.
Ela afirmou aos policiais que a proprietária exigia que o quarto permanecesse destrancado, situação com a qual não concordava.
Ainda conforme o registro, a moradora relatou que recebeu diversas ameaças de que seus pertences seriam colocados na rua caso não seguisse as regras impostas pela dona do imóvel. Na data dos fatos, mensagens enviadas por aplicativo determinaram que ela não retornasse mais ao apartamento.
A vítima também informou à Polícia Civil que a proprietária solicitou ao síndico do condomínio o cancelamento de seu acesso facial, impedindo sua entrada no prédio e o acesso aos próprios documentos, itens de higiene e demais pertences pessoais.
Durante o registro da ocorrência, a mulher entregou cópia do contrato de locação e apresentou mensagens trocadas por WhatsApp que, segundo ela, comprovam a proibição de entrada no imóvel.
A autoridade policial determinou o registro da ocorrência e o encaminhamento do caso ao distrito policial responsável pela área para investigação. A vítima também foi orientada a buscar o Poder Judiciário para tratar das questões relacionadas ao contrato de aluguel.










