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Junho bate recorde de chuva com mais de 100 mm em Potirendaba (SP)
Rio Preto (SP) registrou maior volume para junho desde o início da série histórica, em 2014
por Gazeta do Interior
O mês de junho de 2026 foi marcado por volumes expressivos de chuva no noroeste paulista. Enquanto São José do Rio Preto (SP) registrou o junho mais chuvoso desde o início da série histórica do SeMAE, em 2014, Potirendaba (SP) acumulou 104,1 milímetros de precipitação, índice bem acima da média para o período.
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Em Rio Preto, foram registrados 160 milímetros de chuva ao longo do mês, volume 359% superior à média histórica de junho, que é de 34,8 milímetros. O resultado também superou o antigo recorde para o mês, de 98,9 milímetros, registrado em 2016.
Segundo o SeMAE, as chuvas ficaram concentradas principalmente entre os dias 11 e 26 de junho, com destaque para o dia 14, quando choveu 53,3 milímetros em apenas 24 horas, o maior acumulado diário do mês. Outro período de precipitações intensas foi registrado entre os dias 23 e 26, contribuindo para o recorde histórico.
Com o volume registrado em junho, o acumulado de chuva em Rio Preto chegou a 1.009,8 milímetros em 2026, ultrapassando a marca de um metro de precipitação ainda no primeiro semestre.
Em Potirendaba, os pluviômetros da Casa da Agricultura da cidade marcaram 104,1 milímetros durante o mês de junho. Embora inferior ao registrado em Rio Preto, o volume também chamou atenção e foi suficiente para manter o solo úmido e favorecer a recuperação dos mananciais e reservatórios da região.
De acordo com o SeMAE, o monitoramento pluviométrico é fundamental para acompanhar o comportamento das chuvas, orientar a gestão dos mananciais, o planejamento do sistema de abastecimento de água e avaliar as condições hídricas do município ao longo do ano.
O cenário reforça um primeiro semestre de 2026 marcado por precipitações acima do esperado em parte do noroeste paulista, contribuindo para melhorar a disponibilidade hídrica após períodos de estiagem registrados nos últimos anos.






