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Adolescente de 14 anos tem duas costelas quebradas após ser espancada na saída de escola em Rio Preto (SP)
Motivação teria sido um boato envolvendo uma estudante que a vítima afirma nem conhecer
por Gazeta do Interior
A Polícia Civil investiga um caso de agressão envolvendo estudantes ocorrido na saída da Escola Estadual Zulmira da Silva Salles, no Jardim Urano, em São José do Rio Preto (SP). Uma adolescente de 14 anos teve duas costelas fraturadas e sofreu lesões na cabeça após ser espancada por outras duas jovens na tarde da última segunda-feira (15/06/2026).
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela vítima e pela mãe dela, uma auxiliar de vendas de 33 anos, a confusão começou por causa de um boato que circulava entre alunos. A adolescente afirma que teria sido acusada de falar mal de uma estudante que sequer conhece.
De acordo com o relato, ao deixar a escola, por volta das 12h20, a jovem foi surpreendida por uma das agressoras, que a puxou pelos cabelos, desferiu socos em sua cabeça e a derrubou no chão.
Ainda conforme a denúncia, uma segunda adolescente se juntou às agressões e ambas passaram a chutar a vítima, principalmente na região da cabeça, enquanto ela estava caída.
A estudante foi socorrida e encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico. Exames apontaram duas costelas fraturadas, além de ferimentos na cabeça.
A vítima informou à polícia que gravou parte dos acontecimentos em seu celular e acredita que câmeras de monitoramento da escola também possam ter registrado a violência.
Após as agressões, segundo a adolescente, a situação continuou nas redes sociais. Ela relatou que colegas passaram a comentar em grupos de mensagens que estaria mentindo sobre os ferimentos e que recebeu ofensas e mensagens incentivando que não retornasse à escola.
O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil. A expectativa é que imagens e depoimentos ajudem a esclarecer as circunstâncias da agressão e a participação das envolvidas.
A reportagem da Gazeta do Interior solicitou uma nota oficial à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e aguarda retorno. Assim que houver manifestação, este texto será atualizado.










