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Acusado de matar rapaz em avenida de Bady Bassitt (SP) é condenado a 10 anos de prisão
Pedro Afonso Dias tinha 26 anos quando foi morto a tiros, em março de 2024, na Avenida Olívio Martinelli, próxima à entrada da cidade
por Gazeta do Interior
Após mais de quatro horas de julgamento, o Tribunal do Júri de São José do Rio Preto (SP) definiu, na última terça-feira (16/06/2026), o desfecho de um dos crimes que mais repercutiram em Bady Bassitt (SP) nos últimos anos. O responsável pela morte de Pedro Afonso Dias, de 26 anos, foi condenado a 10 anos e quatro meses de prisão.
A sessão teve início às 13h30 e terminou por volta das 17h20. Após a análise das provas apresentadas durante o julgamento, os jurados reconheceram a responsabilidade pelo homicídio, mas afastaram a qualificadora que havia sido atribuída ao crime durante a investigação.
Com a decisão do Conselho de Sentença, a condenação ocorreu por homicídio simples, além dos crimes de porte ilegal de arma de fogo e contravenção penal. A pena total foi fixada em 10 anos e quatro meses de reclusão, 11 dias-multa e mais 19 dias de prisão simples. O regime inicial para cumprimento da pena foi estabelecido como fechado.
A advogado da defesa Juan Carlo de Siqueira, informou que pretende recorrer da decisão e buscar a redução da pena. Também deverá solicitar a aplicação da detração penal, mecanismo que permite descontar da condenação o período já cumprido em prisão preventiva.
O crime
Segundo as investigações da Polícia Civil, a vítima estava em um posto de combustíveis da cidade acompanhada de outras pessoas quando uma discussão teve início. Pouco depois, Pedro deixou o local, mas o desentendimento continuou na Avenida Olívio Martinelli, próxima à entrada da cidade.
Durante a confusão, disparos de arma de fogo atingiram o jovem. Ele chegou a ser socorrido ao pronto-socorro de Bady Bassitt, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso mobilizou a Polícia Civil, que deu início às investigações ainda nas primeiras horas após o crime. Desde então, familiares e amigos aguardavam pelo julgamento que definiu a responsabilização criminal pela morte do jovem.
O julgamento foi aberto ao público e acompanhado por representantes do Ministério Público, advogados e familiares da vítima.










